Publicações
Notícias
31 / Ago / 2021
Conheça o serviço que está revolucionando o mercado de combustíveis!

Conheça o serviço que está revolucionando o mercado de combustíveis!

Já imaginou poder ampliar o seu negócio de tal forma que, além de receber carros para abastecimento no seu posto, também fosse possível levar o combustível até os seus clientes?

Atualmente, o modelo de delivery de combustíveis no Brasil é proibido, mas já é realidade em outros países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra, por exemplo.

Uma espécie de “ifood” de combustíveis já está funcionando em fase de testes em três bairros do Rio de Janeiro. O serviço funciona 24 horas através de um aplicativo e é possível solicitar a compra que vai até o seu local para abastecimento.

A ideia da massificação do serviço é diminuir o preço dos combustíveis com a ampliação da concorrência do setor.

Se atente para algumas regras. Além do delivery só poder funcionar para empresas autorizadas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o revendedor apenas poderia fazer a entrega dentro dos limites do município onde o posto está instalando.

A empresa dona do aplicativo não poderá operar somente o delivery, será preciso ter posto físico. Somente postos que estejam em dia com o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis poderão operar delivery.

Os carros não poderão transportar mais que dois mil litros por vez. Também não será possível o abastecimento em locais subterrâneos, como garagens, e ruas de muita circulação, onde seja proibido estacionar ou com pisos permeáveis ou semipermeáveis.

Outro ponto defendido é que o veículo contenha equipamento para realização da análise de amostra de combustível. O objetivo é verificar a sua qualidade em caso de fiscalização.

Além disso, o posto vai precisar de licenças de operação de órgãos específicos, como o Ibama, Inmetro e o Denatran. Por fim, a venda estará restrita à gasolina e ao etanol.

O processo de regulação do delivery já passou por audiência pública este ano. Os interessados no assunto enviaram suas sugestões de adequação e a ANP já está em fase de análise. Portanto, agora os pontos estão sendo estudados para ponderarem se vale ou não a pena implementar a nova regulação.

Autor/Veículo: WebPosto e Exame Notícias.

Comente essa publicação

Fale Conosco